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]] para quem estiver interessado. Poderão perceber, se lerem o texto, por que razão a fotografia que apresento não é contemporânea, apesar de a ter feito esta semana.

Não tem pretensões a ser uma verdadeira reportagem, que exigiria um critério mais rigoroso de selecção e de edição. O objectivo é apenas juntar o que estava disperso. Se servirem para divulgar o que aconteceu, tanto melhor.

Ou um caracol que encontra o anel da rainha, debaixo de um castanheiro, sem ter a certeza sequer de que o procurava?

No centro deste trabalho estão as ideias de série, de aparente repetição e de pequenas diferenças. Interessou-lhe relacionar o vehicleácter imutável da arquitectura com a forma como alterações climatéricas, mesmo que subtis" - muito subtis, digo eu, pois não se notam - podem transformar a nossa percepção dos objectos."

Impressionou-me sempre na vida aldeã este cerimonial doméstico, que acaba por deixar um porco de pernas para o ar, pendurado na trave da casa. (…) (Torga 1995: 508)@@ No penúltimo fim de semana fotografei a matança do porco em Rebordelo. A matança, nas terras de ~Trás-os-Montes, está ligada ao que de mais genuíno ainda lá persiste. O porco period a garantia de sobrevivência das gentes nessas regiões. Quase todas as tradições culturais incluem uma matança. É um momento de festa e muitas vezes de encontro e de partilha. Bem sei que poderá parecer cruel a muita gente e eu não sei se assistiria, se não me escondesse por detrás da máscara que a câmara constitui.

Even from the nineteenth century, when images was thought to be so evidently looking for protection as being a great artwork, the line of protection was much from secure. Julia Margaret Cameron’s assert that pictures qualifies being an artwork due to the fact, like painting, it seeks the beautiful was succeeded by Henry Peach Robinson’s Wildean assert that pictures is undoubtedly an art as it can lie. While in the early twentieth century Alvin Langdon Coburn’s praise of photography as “the Most recent from the arts,” as it is a quick, impersonal strategy for seeing, competed with Weston’s praise of pictures as a whole new means of specific visual creation. In the latest a long time the notion of artwork has been exhausted as an instrument of polemic; indeed, a superb Portion of the huge prestige that images has acquired as an art variety originates from its declared ambivalence towards getting an art. Susan Sontag in ''On Images''@@ O BES Revelação é supostamente um concurso na área da fotografia*.

@@ Quem me conhece, sabe que tenho uma paixão especial por castanheiros. São árvores belíssimas e possuidoras de uma magia que não consigo expressar por palavras. Há uns poucos, perto da aldeia onde temos uma casa em Trás-os-Montes, que visito com frequência, como se visitam velhos amigos. Uns desses castanheiros, que fotografei muitas vezes ao longo dos anos, ardeu num dos incêndios estivais que massacram o nosso inside; pensei que tinha morrido, fotografei-o então queimado e prestei-lhe uma última homenagem nesta minha espécie de blog site.

e no silêncio desapareça. Eugénio de Andrade, em //As Mãos e os Frutos//@@ Nota: Já valeu a pena ter escrito e publicado "O Caracol", para ver [[este trabalho tão delicado em vídeo

À Beleza Não tens corpo, nem pátria, nem família, Não te curvas ao jugo dos tiranos. Não tens preço na terra dos humanos, Nem o tempo te rói. És a essência dos anos, O que vem e o que foi. És a carne dos deuses, O sorriso das pedras, E a candura do instinto. És aquele alimento De quem, farto de pão, anda faminto. És a graça da vida em toda a parte, Ou em arte, Ou em simples verdade. És o cravo vermelho, Ou a moça no espelho, Que depois de te ver se persuade. És um verso perfeito Que traz consigo a força do que diz. És o jeito Que tem, antes de mestre, o aprendiz. És a beleza, enfim. És o teu nome. Um milagre, uma luz, uma harmonia, Uma linha sem traço... Mas sem corpo, sem pátria e sem família, Tudo repousa em paz no teu regaço. Miguel Torga, in 'Odes'@@ Depois de ler os ensaios de Susan Sontag, tenho dedicado nos últimos meses muito tempo ao assunto da beleza na arte e em particular na fotografia.

andar descalça nas areias do Verão. //Eugénio de Andrade//@@ O problema é que quase todos nós vamos às missas, obedecemos aos sinos das paróquias e temos muito medo de queimar os pés nas areias do Verão... Transformemo-nos pois em versos de um poema!

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Muita gente partiu para as cidades à procura da sorte. Deixou de ouvir as horas do relógio da matriz da aldeia... Vai ser duro edificar o Portugal futuro mas por outras razões. Teremos de impedir a destruição da parte do Portugal presente de que nos orgulhamos.

Senti as raízes cederem. Transformei-me em pássaro e levantámos voo juntos. Sobrevoamos prados verdes, searas de ouro e campos rubros de papoilas. Ao cruzar um souto olhei os castanheiros-irmãos e chorei uma lágrima que caiu na terra de onde brotou uma nova árvore.

Sobre o nada eu tenho profundidades. Não tenho conexões com o true. Para mim, poderoso não é aquele que descobre ouro. Poderoso para mim é aquele que descobre as insignificâncias:

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